quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Essa é pra quem fuma.


O Cigarro e o Fumante

Toinho de Aripibú

Você me ascende hoje e eu lhe apago amanhã! Você me ascende hoje e lhe apago amanhã! É o cigarro conversando com o fumante: Você me ascende hoje e eu lhe apago amanhã!
Eu já matei muita gente com o câncer! Eu já causei muito edema pulular! Tuberculose, trombose, tosse, gastrite, sinusite, bronquite quem quiser, tenho pra dar! Prisão de ventre, pigarro, dor de cabeça, eu diminuo a potência sexual, se tu não sabes, eu vou dizer o meu nome: eu sou o cigarro e o meu negócio, é fazer o mal!
Minha fumaça é um veneno perigoso, devagarzinho eu vou entrando no pulmão, eu vou causando doenças respiratórias. Meu negócio, minha história, é levar gente para o caixão! Não tenho culpa, se você gosta de mim, você diz que eu não presto, mesmo assim eu sou seu fã. É o cigarro conversando com o fumante: você me ascende hoje e eu lhe apago amanhã!

Adão e Ivo

Toinho de Aripibú

Quando o senhor criou o céu e a terra
Ele tambem criou o reino animal
De toda especie que existe nesse mundo
Para que fosse fecundo o senhor o casal
Somente o homem era quem vivia sozinho
Sem amor e sem carinho sendo formado do pó
Mas o senhor resolveu mudar o tom
Dizendo assim não é bom que o homem viva só.
Do próprio homem ele tirou uma costela
Fez uma mulher tao bela e foi uma maravilha
E ordenou Crescei e multiiplicai
E o homem tornou-se pai houve a primeira familia,
Mas o diabo o inimigo de Deus pra desfazer os planos seus
Querendo manchar seu nome
Desde o dia da cidade de sodoma
Resolveu mudar a soma
Casando homem com homem.
A cada dia Multiplica a Iniquidade
Sinceramente isso me deixa pensativo
Se Deus tivesse Feito Homem Pra casar Com outro
Não seria ADÃO E EVA, tinha feito ADÃO E IVO

USE TODA A SUA FORÇA
Um menino tentava em vão levantar uma sacola pesada demais para ele. Seu pai, ali ao seu lado, esticava o braço e abrindo a mão, dizia-lhe:
- Use toda a sua força que você consegue, meu filho.
Ele tentou mais uma ou duas vezes, sem sucesso.
E o pai falava as mesmas palavras e repetia o mesmo gesto.
- Eu não consigo, pai - desabafou o menino.
- Olhe para mim, filho, disse o homem e, mexendo os dedos e olhando para a sua mão, repetiu vagarosamente, use... toda... a... sua... força!
Só então o menino entendeu que o pai estava esticando a mão para pegar numa das alças da sacola. Ele não estava só. Seu pai estava ali ao seu lado para lhe dar uma força.


O Senhor é a minha luz e a minha salvação;
a quem temerei?
O Senhor é a força da minha vida;
de quem me recearei?.

Salmo 27.1


A CAMISA DA ALEGRIA
Era uma vez um rei que, apesar de ser muito rico, era triste, pois não conseguia aumentar o seu tesouro.
Ele estava sempre de mal humor e isto causava enormes problemas a todos, pois seus decretos, rudes e injustos, massacravam o povo com exigências descabidas.
Por fim, o rei acabou entrando em depressão. Seus médicos lhe disseram que a única cura para a sua doença era a alegria. O monarca, então, ofereceu um excelente prêmio a quem pudesse lhe trazer a alegria de volta.
Muitos tentaram, mas ninguém conseguiu arrancar um só sorriso da cara do rei. Nada conseguia alegrá-lo. Nem os músicos, nem o bobo da corte, nem as dançarinas, nem os lançadores de enigmas, nem os mímicos, nem os encantadores.

Os amigos do rei resolveram consultar um grande sábio que vivia ali. Ele lhes disse que se o rei vestisse a camisa do homem mais feliz daquele reino, a alegria voltaria ao seu coração.
Iniciou-se, então, uma intensa investigação, para se descobrir quem era o homem mais feliz de todos.

Para surpresa dos investigadores, o homem mais feliz daquele reino morava longe do luxuoso palácio do rei, num casebre muito simples. Ele, sua mulher e seus filhos trabalhavam de sol a sol no cabo da enxada para conseguir se manter, mas, sempre unidos, passavam o dia rindo e cantando.
Os investigadores contaram-lhe o problema que os havia trazido ali e pediram-lhe que ele lhes desse uma de suas camisas, para que a alegria pudesse voltar ao coração do rei. Só então compreenderam porque aquele homem trabalhava na lavoura de peito nú, ele não tinha nenhuma camisa.
Um dos investigadores, espantado, perguntou-lhes como conseguiam ser tão felizes tendo tão pouco, ao contrário do rei, que tinha tanto, mas era infeliz: - Somos felizes porque o reino de Deus está em nossos corações, respondeu-lhe o homem.


O reino de Deus não consiste
no comer e no beber,
mas na justiça, na paz,
e na alegria no Espírito Santo.
Romanos 14.17

terça-feira, 21 de agosto de 2012

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O CÍRCULO DO ÓDIO O CÍRCULO DO ÓDIO

O diretor de uma empresa gritou com o seu gerente porque estava irritadíssimo.

O gerente chegando em casa gritou com a esposa, acusando-a de gastar demais.

A esposa, nervosa, gritou com a empregada. Que acabou deixando um prato cair no chão.

A empregada chutou o cachorro no qual tropeçara enquanto limpava os cacos de vidro.

O cachorro saiu correndo de casa e mordeu uma senhora que passava pela rua.

Essa senhora foi à farmácia para fazer um curativo e tomar uma vacina. Ela gritou com o farmacêutico porque a vacina doeu ao ser aplicada.

O farmacêutico, ao chegar em casa, gritou com a esposa porque o jantar não estava do seu agrado.

Sua esposa afagou os seus cabelos e o beijou, dizendo: Querido! Prometo que amanhã farei o seu prato favorito. Você trabalha muito.

Nesse momento rompeu-se o CÍRCULO DO ÓDIO! Esbarrou a TOLERÂNCIA, na DOÇURA, no PERDÃO e no AMOR.

Se você está no cículo do ódio, lembre-se que ele pode ser quebrado.
O Amor de Deus supera todas as dificuldades

Fábulas que imitam a vida


O cão e a carne
 Ia um cão atravessando a nado um rio; levava na boca um bom pedaço de carne. No fundo da água viu a sombra da carne; a projeção (sombra) no fundo do rio era muito maior. Ganancioso, soltou a que tinha na boca para agarrar a outra, a da sombra; porém, por mais que mergulhasse, ficou logrado (enganado).
MORALIDADE: Nunca deixes o certo pelo duvidoso. De todas as fraquezas humanas a cobiça é a mais comum, e é todavia a mais castigada.